Prevenção
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Transtornos Alimentares Podem Ser Previnidos!

Transtornos alimentares surgem de uma variedade de questões físicas, emocionais, sociais e familiares, todas das quais precisam ser tratadas para uma prevenção efetiva e tratamento.

O quê é a Prevenção de um Transtorno Alimentar?

Prevenção é qualquer tentativa sistemática de mudar as circunstâncias que promoveram, iniciaram, sustentaram ou intensificaram problemas como transtornos alimentares.

  • A primeira prevenção se refere a programas ou esforços que são criados para prevenir a ocorrência de um transtorno alimentar antes de seu início. A primeira prevenção foi planejada para promover um desenvolvimento sadio.
  • A segunda prevenção (algumas vezes chamada “prevenção com alvo”) refere-se a programas ou esforços que são criados com o intuito de promover uma identificação precoce dos transtornos alimentares--- para reconhecer e tratar o transtorno alimentar antes que ele se torno for a de controle. O quanto antes um transtorno alimentar é descoberto e tratado, maiores são as chances de recuperação.
  • Princípios Básicos da Prevenção de um Transtorno Alimentar

    1. Transtornos alimentares são problemas sérios e complexos. Nós precisamos ser cuidadosos para evitar pensarmos sobre eles em termos simplórios, como “anorexia é apenas uma forma de chamar atenção”, ou “bulimia é só um vício em comida”. Transtornos alimentares surgem de uma variedade de questões físicas, emocionais, sociais e familiares, todas as quais devem ser tratadas para uma efetiva prevenção e tratamento.
    2. Transtornos alimentares não são apenas um “problema de mulher” ou “algo de garotas”. Homens que estão preocupados com a forma física e o peso podem também desenvolver transtornos alimentares com práticas tão perigosas quanto o uso de asteróides. Ademais disso, homens têm um papel importante na prevenção. A forma como as mulheres são transformadas em objetos e outros tipos de tratamentos inferiores da mulher pelos outros  contribuem diretamente para dois fatores dos transtornos alimentares: obsessão pela aparência e vergonha pelo seu corpo.
    3. Os esforços da prevenção irão falhar, ou pior, inadvertidamente encorajarão o transtorno alimentar, se ele se concentrar apenas em alertar o público sobre os sinais, sintomas e perigos do transtorno alimentar. Programas efetivos de prevenção devem também enfrentar:

  • Nossa cultural obsessão pela magreza como uma questão física, psicológica e moral.
  • O papel do homem e da mulher em nossa sociedade.
  • O desenvolvimento da auto-estima e do auto-respeito das pessoas em diversas áreas da vida (escola, trabalho,serviços comunitários, hobbies) que transcendem a aparência física.
  • 4. Sempre que seja possível, programas de prevenção para escolas, comunidade, organizações, etc., devem ser coordenados com oportunidades para participantes falar confidencialmente com um profissional treinado com experiência em transtornos alimentares, e, quando apropriado, fazer a recomendação para médicos especialistas.

    Compiled by Michael Levine, Ph.D. and Margo Maine, Ph.D.

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